UMA ANÁLISE SOBRE A PARTICIPAÇÃO FEMININA NO CAMPO DA ENGENHARIA

RESUMO:
A baixa representatividade feminina nas ciências é alvo de questionamentos por diversos estudiosos. Com as políticas de abertura e democratização do ensino superior, pelas quais o Brasil passou nos últimos anos, a parcela feminina da população brasileira foi afetada de forma positiva, hoje, sendo maioria nos cursos de graduação, de um modo geral. Tal fato, tem sua dicotomia nos cursos de engenharias, onde a presença feminina é quase inexistente. Tida como área “masculina”, o setor das engenharias oferece resistências à presença feminina, tanto nos cursos de graduação, como no mercado de trabalho. A presença feminina em cursos de engenharia, também aumentou ao longo dos últimos anos, porém, ainda é de baixa relevância, se comparada à presença masculina. Neste estudo, se discute conceitos que caracterizam este cenário mundial, bem como formas que estão sendo adotadas por diferentes instituições para diminuir esta diferença e incentivar o acesso e permanência feminina nas ciências exatas.

AUTORES:
Sandilla Santana de Oliveira
Rita de Cássia Teixeira Assis
Sara Corrêa Marques
Silane Mattos Peres